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VulgoQinho&OsCara
tem um pé fincado entre os baluartes do tropicalismo e outro bem assentado na atualidade. As levadas de samba-rock no violão de nylon e as linhas de baixo e bateria que remetem à música negra americana aliam-se a um novo universo de timbres produzidos pela pedaleira do guitarrista Caio Barreto. O poeta Omar Salomão atua como um quinto instrumento ao realizar intervenções faladas durante as canções.

Seu homônimo disco de estréia foi lançado em dezembro de 2007, com apoio cultural da Livraria da Travessa, no formato SMD, uma nova tecnologia que mantém o mesmo padrão de qualidade do CD, utilizando liga semimetálica, e já sai de fábrica com a estampa de R$5 impressa na capa.

Do alto de seus 20 e poucos anos, VulgoQinho&OsCara cantam a doce melancolia de viver entre o glamour da velha metrópole e a decadência do lindo balneário da Zona Sul carioca. Nos versos “minha janela não tem Pão de Açúcar ou Corcovado/ o meu maior vizinho é o Cantagalo”, da música “Galo”, a inquietação de quem não quer apenas bater palmas para o pôr-do-sol. Já em “Quase Quase” e “Cumprimento”, o grupo identifica no isolamento das grades e câmeras de segurança uma das possíveis causas para esta inquietação: “tento te ver no carro ao lado/ sinal fechado/ fico no vidro fumê”.

A história de VulgoQinho&OsCara começou em outubro de 2004 quando o grupo uniu poesia e música por ocasião da festa de dez anos da Livraria Dantes, na rua Dias Ferreira, no Leblon.

Esse primeiro show iniciou uma série de apresentações pela rua ao longo dos três anos de banda; a mais recente foi o show Bonitos & Paranóicos, feito com o ator Freddy Ribeiro, semanalmente de maio à dezembro de 2007, na esquina da rua Aristides Espínola com a rua Ataulfo de Paiva, no Leblon, com a proposta de unir poesia, música e literatura, em plena rua.

O grupo também passou por espaços como Circo Voador, Mistura Fina, Teatro Odisséia, Melt, Casa Rosa, Estrela da Lapa, Cinemathèque, Humaitá Pra Peixe e Sesc Pompéia (SP), com participações especias como Luiz Melodia, Jards Macalé, Adriana Calcanhotto e Hyldon.

O diálogo entre diferentes formas de arte levou a banda a se apresentar em diversos eventos culturais e também em espaços menos convencionais como a galeria de arte A Gentil Carioca, no vernissage do artista plástico Marinho, e o 00 Cozinha Contemporânea, na exposição “Os Desilutópicos Coloridos”, de Rafael Inácio.

Vulgo Qinho & Os Cara:

Qinho (voz e violão)
Caio Barreto (guitarra e vocais)
Omar Salomão (poesia)
Scudy Djahjah (baixo)
Miguel Couto (bateria)

Informações para Imprensa:
Fabiane Pereira
fabiane_apereia@yahoo.com.br

Contato para Shows
aqui ou
vulgoq@gmail.com

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CLIPPING


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